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AMAZONAS

‘Carimbadores’: suspeitos transmitir HIV para crianças são soltos em Manaus

Dois homens, de 21 e 31 anos, conhecidos como “carimbadores”, que estavam presos por transmitir o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) para crianças e adolescentes durante abusos sexuais, foram soltos nesta terça-feira (10)

11/06/2024 16h56
Por: Portal In9

Dois homens, de 21 e 31 anos, conhecidos como “carimbadores”, que estavam presos por transmitir o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) para crianças e adolescentes durante abusos sexuais, foram soltos nesta terça-feira (10), a informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

Segundo fontes ouvidas pelo Em Tempo, após a saída da delegada Joyce Coelho da Delegacia Especializada em Proteçao à Criança e ao Adolescente (Depca), houve um descuido no acompanhamento dos prazos processuais, perdendo o prazo de converter a prisão temporária em preventiva, o que resultou na soltura dos suspeitos.

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Prisão e investigação

Os acusados foram presos no dia 10 de maio durante “Operação Carimbadores”, por transmitir o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) a crianças e adolescentes durante abusos sexuais, em Manaus. Segundo investigações, a dupla tinha preferência por meninos e fazia abordagens em locais públicos e privados, como banheiros de shoppings.

A delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), relatou que as investigações em torno do caso iniciaram há cerca de dois anos, quando uma pessoa fez denúncia de forma anônima, informando que uma assistência técnica em Manaus havia tido acesso a um aparelho celular contendo mensagens de cunho pornográfico infantil.

“O denunciante teve acesso a diálogos entre dois homens que discutiam sobre os supostos estupros e também sobre serem pessoas vivendo com o HIV. Dessa forma, eles intencionalmente cometiam esses abusos com o objetivo de transmitir o vírus”, explicou a delegada.

Conforme a autoridade policial, na época, a investigação não foi concluída, tendo em vista que a polícia não conseguiu apreender o aparelho celular e só teve acesso às capturas de tela feitas pelo denunciante. No entanto, em dezembro de 2023, foram iniciadas novas diligências após ato requisitório do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) com informações recebidas por meio da Polícia Federal (PF).

“Intensificamos as investigações e, após alguns pedidos de quebras telemáticas, conseguimos identificar os interlocutores das conversas e representamos à Justiça pelas prisões temporárias deles, bem como pelo mandado de busca e apreensão”, disse Joyce Coelho.

*Com informações de Portal Em Tempo

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