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POLÍCIA

Operação mira grupo que vendia vagas de agendamento da nova Carteira de Identidade

A Operação Marca D’água, deflagrada na manhã desta terça-feira (9), cumpriu oito mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de vender agendamentos da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).

09/07/2024 13h57Atualizado há 1 semana
Por: Portal In9
Fonte: Portal do Holanda

Manaus/AM - A  Operação Marca D’água, deflagrada na manhã desta terça-feira (9), cumpriu oito mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de vender agendamentos da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). 

O delegado Paulo Benelli, explica que as denúncias começaram a chegar ao conhecimento das autoridades em novembro do ano passado e a investigação foi iniciada. Os suspeitos agiam de forma independente e chegavam a R$ 30, por vaga. Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

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Foto: Jander Robson/Portal do Holanda
“Eles não eram um grupo organizado, mas sim diversas pessoas que se aproveitavam e realizavam esses agendamentos. Vamos apurar se era mecanizado, se eram sistema automatizados se algumas pessoas usavam como mecanismo de robô para poder realizar o agendamento (...)  Eles cobravam de 25 a 30 reais”.

Em um único dia, eles chegavam a reservar 50 vagas que eram vendidas posteriormente. 
"Tudo bem que você tem a sua esposa e quer agendar para ela, mas a gente tem mais de 50 agendamentos em um número", diz o investigador Ricardo Audcon.

Segundo o delegado, o esquema acabava fazendo com que as vagas se esgotam em pouquíssimo tempo. “ É interessante notar que as vagas de agendamento em 10 minutos, 15 minutos acabavam em razão desse uso indevido”.

Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

Foto: Jander Robson/Portal do Holanda

Paulo explica ainda que essas pessoas não eram servidoras públicas, eram pessoas comuns que se aproveitavam de um serviço que é gratuito para toda a população, para ganhar dinheiro de forma ilícita.

“Não eram funcionários públicos, são pessoas que utilizavam e faziam isso ou de bico ou com uma atividade principal”.

Ele afirma que a prática é crime e que os suspeitos vão responder por isso. Ainda não se sabe quantas vítimas os suspeitos fizeram, mas a polícia espera ter mais informações após a perícia que está sendo realizada nos aparelhos eletrônicos apreendidos nesta manhã, durante a operação.

*Com informações de Portal do Holanda.

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